domingo, 16 de outubro de 2011

A LUTA ESTA SÓ COMEÇANDO

O Povo Brasileiro precisa estar ciente da sua força quando unido no mesmo propósito. O principal objetivo no momento é a erradicação da corrupção enraizada nos Poderes da Federação. Para isso faz-se necessário, que Entidades e Redes Sociais atuem de forma unissonante, num dos pontos mais sensíveis: A Formação da Opinião Pública. Ser contra a corrupção todos somos, mas o que fazer para mudar? Particularmente acredito que devemos nos focalizar em ações específicas e direcionadas por etapas. Para começar, pressionando o Supremo Tribunal Federal no sentido de acelerar o julgamento da Ação que garante aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2012. No início desse ano, o STF decidiu que a Lei não deveria ser aplicada em 2010, mas omitiu-se sobre sua aplicabilidade nos próximos pleitos. Portanto precisamos focar nossos esforços para pressionar O Supremo a afirmar a Constitucionalidade da Lei, no sentido de sua aplicabilidade em todas as eleições. O exito dessa empreitada poderá representar um marco para as demais medidas de combate a corrupção. Outrossim, devemos ficar atentos aos oportunistas de plantão que surgem nestas horas para posarem de lideres e mentores de movimentos sociais com o unico intuito, o eleitoreiro. Tanto no Executivo como também no Legislativo, podemos encontrar figuras que lá chegaram as custas deste artifício, e de posse do mandato, já sem a maquiagem, deixaram a mostra suas verdadeiras caras, lembran-se dos Caras-Pintadas ?

Um comentário:

  1. Mauro Pires de Amorim.
    Acredito ser um absurdo ter que se ingresar com uma ação em qualquer tribunal para se fazer valer o cumprimento de uma lei, pois se a própria não prevê sua entrada em vigor, vale a regra prevista na Lei de Intrudução do Código Civil, pois bem, não bastando isso, o STF resolve polemizar ao não deixar claro a data da entrada em vigor da Lei da Ficha Limpa, desejando procrastinar a ação e com isso favorecer aqueles que se valem dessa vacância para alcançarem cargos eletivos e influirem no grande balcão de negócios que é a política e colocarem em prática a velha conhecida relação do toma lá, dá cá.
    Sem dúvida que grupos de pressão populares ajudam na fluência da condução ética das situações, mas quando autoridades não desejam tal fluência por não terem as mesmas aspirações éticas, o povo acaba tutelado, com seus direitos cerceados pelo poder constituído com o aval das autoridades e do Estado.

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